8 iniciativas da OAB Paraná para você dominar o eproc sem dor de cabeça



A implantação do sistema eproc no Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) avança por grande parte do estado, substituindo gradualmente o Projudi em um cronograma dividido por etapas e comarcas. Para apoiar a advocacia paranaense nessa transição, a OAB Paraná mobiliza estruturas próprias de capacitação e diálogo institucional com o Judiciário. Confira as principais iniciativas:

  1. Portal Simplifica

    Desenvolvido pela OAB Paraná, o Portal Simplifica reúne tudo sobre eProc TJPR, eProc TRF4, PJe, Projudi e certificado digital em um único ambiente, com manuais e vídeos organizados por sistema. Acesse em simplifica.oabpr.org.br.
  2. OABia, a inteligência artificial que já leu todos os manuais por você

    Dentro do Portal Simplifica, a advocacia conta com a OABia, inteligência artificial desenvolvida pela OAB Paraná especificamente para tirar dúvidas sobre os sistemas judiciais utilizados no estado. A ferramenta já processou todos os manuais oficiais do eProc TJPR, eProc TRF4, PJe e Projudi, e responde a perguntas específicas indicando o passo exato descrito na documentação oficial — uma forma de encontrar respostas confiáveis sem precisar vasculhar manuais extensos. A OABia está disponível 24 horas, para consultas a qualquer momento da rotina profissional.
  3. Vídeos tutoriais sobre o eproc

    A advocacia conta com uma série completa de vídeos preparada pela OAB Paraná, com orientações do primeiro acesso à instalação do certificado digital A3. Os tutoriais cobrem cadastro, peticionamento, distribuição, consultas, agravos, reconvenção e substabelecimento no eProc TJPR.
  4. Cursos da ESA Paraná

    A Escola Superior da Advocacia (ESA) da OAB Paraná disponibiliza cursos voltados à capacitação da advocacia no uso do eproc. A escola disponibiliza uma plataforma própria, desenvolvida para facilitar o acesso aos conteúdos e ampliar a oferta de cursos conectados às demandas regionais.
  5. Canal de atendimento prioritário

    Para garantir que nenhum profissional seja prejudicado por dificuldades técnicas de acesso ao eproc, a OAB Paraná estabeleceu um fluxo de atendimento prioritário em parceria com o TJPR. Quem encontrar dificuldades no cadastro deve acessar a plataforma SIGA (seti.tjpr.jus.br/usuario-externo), abrir um protocolo de atendimento e enviar o número gerado ao OAB Resolve. A partir daí, a OAB Paraná encaminha o chamado diretamente ao canal do TJPR responsável por priorizar a demanda — medida especialmente importante para advogados com prazo processual a vencer no mesmo dia. O TJPR disponibilizou tutorial para acesso ao SIGA Externo (dtic.tjpr.jus.br/usuario-externo).
  6. Calendário de implantação por etapas

    O cronograma oficial de chegada do eproc a cada comarca paranaense, com datas por etapa, relação de comarcas afetadas e períodos de suspensão de prazos, vem sendo amplamente divulgado nos canais de comunicação da seccional — informação essencial para o planejamento da rotina profissional durante a transição.
  7. Manuais para cada sistema judicial

    Além do eProc TJPR, o portal Simplifica disponibiliza manuais e vídeos para eProc TRF4, PJe e Projudi, garantindo suporte à advocacia que ainda atua com processos em mais de um sistema durante o período de convivência entre plataformas.
  8. Diálogo institucional com o Judiciário

    Paralelamente às ferramentas de capacitação, a OAB Paraná acompanha cada etapa da implantação do eproc e atua no diálogo institucional com o TJPR, defendendo uma transição gradual e segura, com o menor impacto possível para o exercício profissional.

    Segundo o conselheiro federal Leandro Murilo Pereira, a OAB Paraná tem acompanhado cada etapa desse processo, atuando no diálogo institucional para resguardar as prerrogativas da advocacia e assegurar condições adequadas de trabalho. Ele destaca que a implantação do eproc representa um importante avanço tecnológico para o Poder Judiciário paranaense e para a advocacia, mas pondera que toda mudança de sistema gera desafios, especialmente durante o período de convivência entre plataformas, razão pela qual a entidade defende uma transição gradual, segura e com o menor impacto possível para o exercício profissional.