Ao tomar posse na quarta-feira (10) o novo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto (foto), destacou que a segurança pública continuará a ser a maior preocupação do Ministério da Justiça. O novo ministro assumiu o lugar de Tarso Genro que deixou o ministério para participar do processo eleitoral de 2010. Luiz Paulo Barreto, 46 anos, natural do Rio de Janeiro, é o primeiro funcionário de carreira a assumir a pasta. Em seu discurso durante a cerimônia de transmissão de cargo, Barreto também falou do sistema penitenciário. “Hoje nós temos uma Justiça que funciona bem e uma polícia preparada, mas o sistema penitenciário não acompanhou essa evolução. Queremos investir na recuperação desses presos para que a população não tenha a impressão de que um bandido está voltando às ruas quando um detento sai da prisão”, destacou. “Nós vamos continuar implantando projetos de prevenção à criminalidade no Brasil com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). E a partir daí vamos medir e aferir. O que estiver dando resultado vamos intensificar. E o que estiver dando problema vamos rever, mas no sentido de ampliar o projeto na grande esperança de uma reversão no quadro da segurança pública no Brasil”. Outro foco destacado por Barreto é o plano de segurança para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Segundo o ministro, o objetivo é deixar o Brasil preparado para receber os jogos em paz.
Funcionário do MJ desde 1983, por meio de concurso público, em 2003, Barreto assumiu o cargo de Secretário Executivo do Ministério da Justiça. Desde então, atuou na condução das políticas de Segurança Pública, implantação do Sistema Penitenciário Federal, Reforma do Judiciário, processos de Defesa da Concorrência e do Consumidor, além de um dos maiores programas de combate ao tráfico de seres humanos. Participou ainda da criação e implantação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), lançado pelo ministro Tarso Genro em agosto de 2007. Até este mês, ocupou ainda as presidências do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP) e do Comitê Nacional para Refugiados (Conare).
Fonte: Assessoria de Imprensa do Ministério da Justiça
Foto: O ministro Luiz Paulo Barreto – Valter Campanato/ABr
