OAB Paraná acompanha júri de um dos acusados do homicídio do advogado Leonardo Ivankio Sudul

 

A OAB Paraná acompanha desde o início da manhã desta segunda-feira (10), no Tribunal do Júri de Curitiba, o julgamento de Kaleu Cordeiro de Almeida, um dos acusados pelo homicídio do advogado Leonardo Ivankio Sudul. O corpo do criminalista foi encontrado dentro de um carro carbonizado na noite de 6 de novembro de 2017, embaixo de um viaduto da Avenida Senador Salgado Filho, no bairro Uberaba.

A OAB Paraná acompanha desde o princípio as investigações, exigindo a apuração rigorosa do crime. Há fortes indícios de que a motivação teria sido a atuação profissional do advogado, que atuava na defesa dos quatro acusados. Na sessão de julgamento estão presentes o secretário-geral da Seccional, Rodrigo Rios, presidente da Câmara de Direitos e Prerrogativas, o presidente da Comissão de Defesa das Prerrogativas Profissionais, Andrey Salmazo Poubel,  e os advogados Giulianne Macedo Goedert e Mario José Borba da Costa Junior.

Kaleu Cordeiro de Almeida e outros três homens suspeitos pela morte de Leonardo Ivankio Sudul foram presos pouco menos de um mês depois do crime. Eles foram detidos em Florianópolis (SC) pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).  Todos já tinham passagens pela polícia, até mesmo por outros homicídios, e eram defendidos por Sudul.

À época do crime, o ex-presidente da Seccional, José Augusto Araújo de Noronha, se reuniu com o Secretário de Segurança Pública e recebeu os pais do criminalista, que na ocasião pediram que a Ordem continuasse cobrando rigor na investigação. “Sempre que há violência contra a integridade física dos advogados ou violação das prerrogativas profissionais é obrigação da OAB agir com rigor e ingressar em todas as instâncias para garantir o livre exercício profissional”, destacou Noronha na ocasião.

O caso também foi acompanhado pessoalmente pelo diretor de Prerrogativas da OAB Paraná, Alexandre Salomão.  Ele destaca o acompanhamento de cada um dos atos tanto da investigação quanto da instrução processual. “A Ordem está sempre vigilante para que tenhamos a devida resposta ao crime cometido, a elucidação de seus mandantes e executores”, frisa.

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